VINHOS GREGOS: POR QUE NÃO EXPERIMENTAR?

27.11.17 Simone Galib 0 Comments

    Engana-se quem pensa que a Grécia oferece apenas belas paisagens. O país, um dos berços da cultura antiga e que até hoje é o sonho de consumo de muita gente, tem também uma boa seleção de vinhos.

   O que me marcou quando estive na Grécia foi o fato de muitos produtores plantarem vinhas como prevenção aos incêndios sofridos no país. Ali há muitas queimadas e o cultivo das vinhas é uma forma de evitar esses infortúnio, além de oferecer vinhos de qualidade. 

 A Grécia conta com algumas vaiedades locais, como a Agiorgitiko, que cresce na área do Peloponeso, e a Xinomavro, da região da Macedônia, no norte do país. Essas são as principais uvas tintas. As variedades internacionais , como a Merloy, Syrah e Cabernet Sauvignon, são incuídas em cortes para suavizar as características das uvas locais.

 As temperaturas na Grécia costumam ser altas, de forma que os produtores buscam altitudes elevadas para o cultivo de uvas. 

 Os vinhos gregos não estão no cenário dos melhores do mundo, mas vale a pena experimentar para conhecer. Os brancos que provei eram bastante minerais; os tintos, tânicos, sem muita expressão, mas que combinam com o nosso clima aqui e podem ser bastante harmônicos com a culinária local. 

 No Brasil,  a importadora Mistral conta com um catálogo bem diversificado de vinhos gregos,  que você poderá conferir antes de embarcar nesta viagem deslumbrante de cores, mar e sabores que a Grécia nos oferece. 



Michele Montanha é graduada  em jornalismo e Master of Science in Wine Management, com diploma pela Universidade de Paris Ouest, na França, e OIV (International Organisation of Vine and Wine)







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