HACKERS RUSSOS INVESTEM CONTRA AS MAIORES EMPRESAS AMERICANAS DURANTE A PANDEMIA!

26.6.20 Simone Galib 0 Comments

   Mais uma guerra cibernética entre Rússia e Estados Unidos? 

    Hackers russos, cujos líderes foram indiciados pelo Departamento de Justiça dos EUA em dezembro de 2019, estão retaliando o governo do país, muitas das maiores empresas americanas e uma importante organização de notícias.

   Segundo o The New York Times, os hackers também identificam funcionários em home office durante a pandemia e tentam entrar em suas redes com malware destinado a prejudicar suas operações.

   Os hackers se autodenominam Evil Corp." (em alusão à série de TV Mr. Robot). Eles são um grupo de ransomware, um software malicioso que infecta o seu computador e depois exibe mensagens, exigindo dinheiro para que o sistema volte a funcionar.

   No final do ano passado, o Departamento de Justiça americano disse que "eles estavam envolvidos em crimes cibernéticos em uma escala quase inimaginável" para roubar milhões de dólares dos sistemas bancários online, diz o jornal.

  O Departamento do Tesouro impôs sanções a eles e o Departamento de Estado ofereceu US$ 5 milhões por informações que levassem à prisão ou condenação do líder do grupo (foto).

   Mas Moscou protegeu os hackers da Evil Corp. da extradição e é improvável que eles sejam julgados nos Estados Unidos, informa o jornal. Segundo o governo americano, alguns dos líderes do grupo trabalharam para o F.S.B., o sucessor do K.G.B. soviético.

ANO ELEITORAL
   Agora, novos ataques sofisticados foram identificados nos últimos dias pela Symantec Corporation, uma das empresas que monitoram redes corporativas e governamentais.

   A empresa disse ao New York Times que hackers russos haviam explorado a súbita mudança nos hábitos de trabalho dos americanos para injetar código em redes corporativas "com uma amplitude e velocidade nunca vistas anteriormente".

  A situação torna-se ainda mais grave em um ano eleitoral e o Departamento de Segurança Interna corre contra o tempo para proteger os sistemas de registros de eleitores administrados por cidades e estados.

   O receio é que eles fiquem congelados e as listas de eleitores se tornem inacessíveis, o que provocaria um caos nas eleições presidenciais de 3 de novembro.

  Sem citar nomes, a Symantec informou ter identificado 31 companhias, incluindo grandes marcas americanas e empresas da Fortune 500. 

  



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