BRASILEIROS JÁ ESTÃO EM 2º LUGAR ENTRE OS USUÁRIOS DO GETTR!

21.7.21 Simone Galib 0 Comments

    
A plataforma de mídia social lançada no início de julho pelo ex-conselheiro de Donald Trump, Jason Miller, em menos de um mês já tem 1,5 milhão de pessoas interagindo. E os brasileiros marcam presença forte.

  Segundo Miller, 45% dos usuários do GETTR são americanos, 15% brasileiros e o restante está dividido entre os demais países.


  Nos EUA, aderiram republicanos de alto escalão, além de contas de mídia americanas e estrangeiras. O mesmo vale para o Brasil. O presidente Bolsonaro, seus filhos, deputados e vários apoiadores do governo criaram seus perfis no aplicativo.  

  O GETTR, cujo nome é uma junção de get together (juntos, unidos, em português) foi apresentado como um site que oferece liberdade de expressão para lutar contra a cultura do cancelamento e censura nas plataformas gigantes, como Twitter, Facebook e YouTube.

  Nos EUA, muitos republicanos e até mesmo democratas têm pressionado o Congresso para mudanças regulatórias que levem as grandes redes de mídia social a operar com mais transparência.

 Enquanto isso, outros legisladores argumentam que elas são uma empresa privada e a melhor resposta é o surgimento de novas plataformas, exatamente o que Miller fez.

  A chegada do GETTR ao mercado também ocorre em um momento em que o governo Biden tem sido criticado por tentar influenciar as mídias sociais para censurar o que a Casa Branca considera "desinformação".

  O presidente Joe Biden afirmou recentemente que o Facebook "está matando as pessoas" por permitir conteúdo contra as vacinas.

 A porta-voz da Casa Branca afirmou que 12 contas eram responsáveis por 65% desse tipo de informação e sugeriu que o governo sinalizasse as postagens consideradas "desinformação". 

Link relacionado

http://www.simonegalib.com.br/2021/07/biden-pede-as-redes-sociais-mais-rigor.html


  Ambas declarações foram muito criticadas pelos americanos, que classificam esse tipo de interferência como censura. 

  Para Miller, para os gigantes das plataformas "a liberdade de expressão só importa em assuntos que gostam".

  Ele diz ainda que, embora o site seja visto virtualmente como conservador, ele quer ampliar o debate e, por isso, vai contratar em breve um diretor de engajamento democrático.

   Trump, que perdeu a voz em algumas das principais plataformas, deixando órfãos seus milhares de seguidores, está processando as big techs por fechar suas contas, agindo de forma semelhante contra outros conservadores.

  O ex-presidente diz que esse comportamento é "censura ilegal e vergonhosa aos americanos".

  As várias ações coletivas de Trump pedem danos por supostas violações da Primeira Emenda (liberdade de expressão), que poderiam totalizar trihões de dólares.

  Trump também está pedindo aos juízes federais que derrubem as proteções de imunidade concedidas às empresas de internet em 1996, outro assunto que mobiliza parlamentares no Congresso americano.





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