VERDADES SECRETAS: INVESTIGAÇÃO AVANÇA SOBRE OS REGISTROS FISCAIS DE HUNTER BINDER!

17.3.22 Simone Galib 0 Comments

    Um relatório consistente da investigação federal em andamento sobre os registros fiscais de Hunter Biden publicado pelo The New York Times, na noite de quarta-feira (16), confirmou a existência do polêmico laptop do filho do presidente Joe Biden.

  A publicação surge quase um ano depois que o jornal The New Post publicou uma reportagem exclusiva, em outubro de 2020, sobre o conteúdo do laptop de Hunter Biden, que ele abandonou em uma oficina de Delaware, em abril de 2019.

  Ela foi retirada das mídias sociais, sob a acusação de fake news e desinformação. 

  O disco rígido do laptop continha uma coleção de e-mails, mensagens de texto, fotos e documentos financeiros entre Hunter Biden, sua família e parceiros de negócios – detalhando como o filho do presidente usou sua influência política em seus negócios no exterior.

  O dono da oficina denunciou o laptop ao FBI, que apreendeu o dispositivo e seu disco rígido.

 Como parte de sua investigação sobre Hunter Biden, relata o Times, promotores federais analisaram e-mails entre o filho do presidente e seus ex-colegas de negócios, que foram recuperados do laptop.

 Archer, que foi condenado no mês passado em um caso de fraude não relacionado, “cooperou completamente” com os federais em sua investigação sobre Hunter Biden, informou o The Post.

 Segundo o Times, os e-mails entre Hunter Biden, Archer e outros sobre suas atividades comerciais internacionais vieram de arquivos que a publicação obteve que “parece ter vindo de um laptop abandonado por Biden em uma oficina de Delaware”.

 Pessoas familiarizadas com os e-mails e a investigação confirmaram sua autenticidade ao Times.

  Hunter Biden está sob investigação por não pagar impostos desde que seu pai era vice-presidente, mas o inquérito se ampliou em 2018 para investigar como seus negócios internacionais se cruzaram com a carreira política do presidente Biden.

  Há anos os republicanos afirmam que Biden, à época como vice-presidente dos EUA, teria influenciado nas relações comerciais do filho com o Grupo Burisma, grande produtora de gás natural sediada na Ucrânia, palco do atual conflito com a Rússia e que tem estremecido o Ocidente.

   Diante desse cenário, o caso ganha grande repercussão nos EUA, além de derrubar todos os argumentos dos checadores de fatos, que classificaram a informação como fake news e a censuraram das principais plataformas de mídias sociais.

  


   




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